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O Conselho Deliberativo do São Paulo deve se reunir daqui duas semanas para que o ex-vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro possa provar as denúncias contra Carlos Miguel Aidar com documentos e gravações. A convocação para o encontro será oficializada na próxima terça-feira e, de acordo com as regras do órgão, a reunião será agendada para oito dias depois, em 22 de outubro.

A apresentação de provas das acusações contra supostas irregularidades cometidas pelo presidente do Tricolor deve acarretar em mais uma tentativa de promover uma moção de desconfiança. A ação é o pontapé inicial para o pedido de impeachment de Aidar, que já recolheu mais de 70 assinaturas.

É necessário, porém, chegar a 180 nomes no Conselho, já que o estatuto exige 75% das 240 cadeiras. A expectativa da oposição, no entanto, é que o mandatário renuncie ao cargo devido à pressão antes mesmo do encontro do dia 22. Tanto com o impeachment quanto com a renúncia, a presidência passa a ser ocupada por Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, presidente do Conselho, por 30 dias, até a realização de novas eleições.

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Ataíde, que deixou a vice-presidência de futebol na última terça-feira, enviou um e-mail a Carlos Miguel Aidar mencionando casos em que há suspeita de ilegalidade: negociações de jogadores – como o lateral-direito Douglas, os volantes Wesley e Denilson e o zagueiro Iago Maidana – e do contrato com a Under Armour, no qual a namorada do mandatário, Cinira Maturana, e o vice de marketing do clube, Douglas Schwartzmann, são citados.

A notícia sobre a reunião extraordinária no salão nobre no Morumbi ainda se espalha entre os conselheiros. Além das explicações de Aidar, Ataíde também deve ser questionado sobre a agressão ao presidente durante café da manhã da diretoria na última segunda-feira.

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